terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Licenciamento Ambiental

História

Dos pontos de vista ambiental, econômico e social, o período entre o final da década de 1960 e o início da década de 1970 foi marcado pelo despertar dos países desenvolvidos com relação à qualidade de vida dos habitantes de todos os habitantes do planeta, pobres ou ricos, afetados pelas implicações globais que o consumo desenfreado de recursos naturais, aliado à poluição ocasionada pelo descontrole das emissões de gases e resíduos realizados indiscriminadamente na natureza.

Assim, nasceu em 1968 a expressão e o conceito de “desenvolvimento sustentado” na Biosphere Conference, em Paris, um modelo de desenvolvimento econômico que levava em consideração a disponibilidade dos recursos e as implicações que seu consumo desenfreado traria à longo prazo. Em 1969 os EUA lançam sua National Environmental Policy Act, a Lei da Política Ambiental Americana prevendo entre outras regras, a Avaliação de Impacto Ambiental (Environmental Impact Statement – EIS) para projetos, planos, etc. de intervenção no meio ambiente.

A onda de racionalização de recursos e minimização de impactos ambientais culminou com a Primeira Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em 1972, com vários debates formais sobre os temas, com a ordenação de estudos sobre a qualidade de vida e do planeta.
Esta onda ambientalista trazida pela primeira conferência não foi vista com bons olhos pelos líderes dos países em desenvolvimento, inclusive no Brasil, onde as questões ambientalistas estavam em segundo plano uma vez que, diante dos altos índices de pobreza, desnutrição e analfabetismo, frear a economia e o desenvolvimento econômico seria, sob a ótica conservadora destes governantes, uma sentença de eterna subserviência aos países do chamado “primeiro mundo”, os verdadeiros culpados pela desestabilização da Natureza.
Porém, a ONU, por meio de seus braços financeiros, incorpora mecanismos e parâmetros para a liberação de recursos à título de empréstimos que visem novos projetos. A avaliação de impactos ambientais é um deles.
No Brasil do final da década de 1970 e início de 1980, os empréstimos junto ao BIRD e ao BID eram cruciais à efetivação de projetos extremamente necessários, como as hidrelétricas de Sobradinho e de Tucuruí, entre outros. Mas para receber tais recursos, estudos de impacto foram realizados em conformidade com as exigências internacionais, uma vez que o país não possuía suas próprias normas.
Diante desta situação de submissão às normas estrangeiras, muitas vezes em dissonância com nossa biodiversidade e peculiaridades ambientais e com o agravante de estarmos sob uma ditadura militar extremamente nacionalista, passou-se a perseguir nossa própria regulação. Assim, em agosto de 1981 é editada a Lei 6.938, que criou a Política Nacional do Meio Ambiente - PNMA.

Licenciamento Ambiental

A PNMA, sob o objetivo principal de “preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar no País, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana [...]” (artigo 2º), veio conceituar temas como: meio ambiente, degradação da qualidade ambiental, poluição, poluidor etc. e previu nos incisos II e III de seu artigo 9º e em seu artigo 10º a necessidade de Avaliação de Impacto Ambiental e de Licenciamento Ambiental e sua revisão, para atividades efetiva ou potencialmente poluidoras.
A regulamentação desta lei, com as exigências básicas para fins de licenciamento ambiental, foi feita por meio do Decreto 99.274/1990. Isto significa que, por mais nove anos, o país permaneceu acompanhando as normatizações internacionais.

Outros sete anos se passaram até que os critérios básicos para os estudos de impacto ambiental e respectiva licença ambiental viessem a ser fixados, com o advento da Resolução CONAMA 237/97. As atividades ou empreendimentos sujeitos ao licenciamento ambiental foram então especificados. Para estas atividades, os pedidos de licença passam a ser obrigatoriamente divulgados e acompanhados de prévio estudo de impacto ambiental e de um relatório de impacto ambiental (EIA/RIMA), expostos à apreciação pública.
Com o advento da Resolução 237/97, estados e municípios tiveram um “norte” e passaram a estabelecer suas próprias regras, desde que não ocasionassem conflitos com as determinações federais.

POR QUE LICENCIAR?

Seria muito simples se respondêssemos: “Porque é obrigatório!” Aliás, a maioria esmagadora do empresariado tem nesta resposta a única razão que os impelem ao procedimento correto. Mas o verdadeiro motivo vai muito além da obrigação legal...

Possuir uma licença ambiental significa (ou deveria significar) que se está enquadrado dentro dos parâmetros legais exigidos, os quais têm como premissa não permitir: a degradação ambiental com a poluição dos solos, das águas e do ar; o uso indiscriminado dos recursos naturais e; expor ao risco o equilíbrio dos ecossistemas e de seus integrantes, incluindo-se aí o homem.

Portanto, possuir uma licença ambiental significa estar em harmonia com o meio ambiente, contribuindo para que esta e as demais gerações futuras possam dele usufruir.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Tempos Modernos

No início do século 20, Charles Chaplin, de forma contundente e realista, mas de forma cômica e inteligente, nos transporta à outra face do desenvolvimento, representado pelas linhas de produção fabris.


Esta era a visão dos tempos modernos vividos àquela época: Opressivo e desumano aos operários, cujo serviço braçal possibilitava às classes mais abastadas usufruir das novas tecnologias, enquanto eles, além de serem, por falta de recursos, excluídos naturalmente do acesso ao conforto produzidos por eles próprios, a insalubridade e a falta de segurança nos locais de trabalho acarretavam uma abreviação na longevidade e expectativa de vida. Simbolicamente, as linhas de produção representam também o consumismo, a necessidade de se produzir mais, o mais rápido possível, para que o retorno financeiro também seja breve. Tem-se paralelamente a extração de recursos naturais de forma cada vez mais frenética e ensandecida com, obviamente, a descomunal geração de resíduos, tanto por parte das empresas quanto pelos consumidores.

Quase um século se passou e centenas de leis trabalhistas foram, aos poucos, minimizando esta situação de subserviência até chegarmos aos dias atuais onde, se o atual compêndio de leis nacionais e internacionais forem devidamente cumpridas, o trabalhador pode alcançar uma vida digna.

Mas, e hoje... O que podemos entender por "Tempos Modernos"? Ou seriam "Tempos Pós-Modernos"?

Hoje a modernidade é efêmera, no sentido de que toda a tecnologia desenvolvida também é ultrapassada com a mesma velocidade com que outra é desenvolvida. Mas esta rapidez com que um produto se torna melhor ou "mais avançado" do que outro é proposital, visa apenas a manutenção do consumo e consequente lucro.
Por trás da necessidade de consumo existem outros agravantes:

- a necessidade de ter algo da moda para ser ou fazer parte de um grupo;
- a necessidade de adquirir algo on line com comodidade e conforto, sem precisar andar por ruas e lojas ao ar livre;
- delivery, fast food, praças de alimentação e shopping centers são algumas das opções de um tempo moderno onde o sedentarismo e a futilidade imperam.

Então entendemos que, hoje, "Tempos Modernos" tem a ver com menos coletividade, saúde e socialização, mais individualismo, sedentarismo e enclausuramento. Portanto, os "Tempos Pós-Modernos" do século 21 são sinônimos de Distopia:

DISTOPIA: Em Filosofia, significa o oposto de utopia. A distopia é um pensamento filosófico que caracteriza uma sociedade imaginária controlada pelo Estado ou por outros meios extremos de opressão, criando condições de vida insuportáveis aos indivíduos. Normalmente tem como base a realidade da sociedade atual idealizada em condições extremas no futuro (www.significados.com.br).

Alguém aí assistiu ao filme/animação Wall-e? Vejam um trecho:




Seria exagero achar que nossa humanidade caminha para esta situação? Vejam alguns dados atuais:


O mapa demonstra claramente uma proporcionalidade entre o índice de obesidade e os hábitos consumistas e suas condições de vida.

Neste final de semana passado fui com minha esposa até um Shopping Center da Zona Norte de São Paulo (hábito que tenho verdadeiro pavor) pois ela queria comprar um determinado produto.
Aproveitamos que ali estávamos e acabamos almoçando... Foi aí que veio-me a ideia de escrever algo.
Em determinado momento, enquanto comíamos uma comida razoavelmente saborosa e razoavelmente cara, percebi que uma coisa começava a irritar-me: O RUÍDO. Pessoas falando alto e ao mesmo tempo, enquanto que uma música ininteligível toca no fundo com pitadas frequentes de uma voz em um alto falante procurando o proprietário do veículo tal, placas tal...
Esta minha refeição foi inesperada, coisa rara de acontecer MESMO; mas sei muito bem que diariamente milhares de pessoas têm nisso um hábito. E foi naquele momento que comentei com minha esposa:

"Qual o nível de conformismo ou de acomodação no qual chegou o ser humano em fazer compras e, na mais pura preguiça de se dirigir a um local mais reservado, fazem ali mesmo sua refeição? A refeição é uma das raras necessidades fisiológicas que fazemos com prazer. Será que em suas casas, as pessoas acostumadas a essas praças de alimentação, convivem durante suas refeições com tais ruídos? Começo a preocupar-me com isso, com esses vícios dos "Tempos Pós-Modernos". Sou de um tempo em que o prazer de se comprar algo estava também em caminhar pelas ruas, pelos calçadões, ao ar livre e, depois, caminhar até um cinema, assistir a um bom filme, um bom jantar..."

Seria interessante que alguém pudesse comentar à respeito, pois isto é apenas a MINHA opinião. Talvez alguém tenha outro ponto de vista ou, quem sabe, o lado positivo sobre esta compulsão por enclausurar-se, ser servido como um animal com dinheiro por pessoas automatizadas, escravos com carteira assinada de sorriso "paraguaio" (ou ching ling). Ou talvez o medo e os índices de criminalidade tem "atocaiado" as pessoas nessas arapucas.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Uma reação contra a obsolescência programada.

Nós, cidadãos decentes, trabalhadores, estamos cansados de sacrificar nossas vidas para alimentar os vícios do capitalismo e os vícios (dos) políticos.
Esta matéria da revista ISTOÉ e seu respectivo assunto vêm no exato momento em que há um cheiro de mudanças no ar:


Na sociedade atual, globalizada e desvairada, habitam seres que anseiam, necessitam desesperadamente de INCLUSÃO SOCIAL. Mas existem dois tipos de inclusão social:

a) A inclusão social do ponto de vista HUMANÍSTICO: aquela possibilitada pelo poder público ou por algumas instituições ou fundações assistenciais, que permite o acesso de pessoas sem posses ou empregos (os "excluídos") a uma vida mais digna;

b) A inclusão social do ponto de vista FÚTIL: aquela que permite o acesso de pessoas a círculos sociais por meio do consumo desenfreado de produtos, artefatos ou serviços absolutamente desnecessários à existencialidade ou à real necessidade, apenas para poder ser aceito em determinados círculos de amizade, sociedade ou grupo.

- Como você se sente quando alguém fala: "E aí... Não vai trocar esse celular?"
- Ou então não sente uma invejazinha super hiper velada quando um colega diz: "Meu, comprei um HB20 da hora... ?"
- Se sente mal por alguém reparar seu tênis velho, mas sem nenhum furo?? Fica com uma "coceirinha" para comprar um novo?

Mudar de hábitos não significa privar-se de coisas boas, mas sim livrar-se do que não é essencial ou necessário. E saiba que apenas fazendo a sua parte, aquelas pessoas que lhe estimam DE VERDADE compreenderão e poderão ser até influenciadas.


MAS AQUI VAI UM ALERTA:

O Desenvolvimento Sustentável é a única arma contra o consumismo. Vivendo num planeta capitalista, nos atuais moldes de desenvolvimento, abandonar o consumismo seria disseminar o desemprego, a fome e a miséria. NÃO, ISTO NÃO É UM ANTAGONISMO AO QUE ESTOU DIZENDO...


A população mundial está profundamente ligada ao consumismo. Sem ele não haverá vendas; sem vendas não há produção; sem produção, empresas fecham e demitem pessoas; pessoas demitidas não possuem dinheiro; nos centros urbanos, onde vivem 80% da população mundial, sem dinheiro não há comida; e sem comida...


As mudanças devem ocorrer imediatamente, mas com planejamento. Esta lâmpada inventada pelo Engenheiro Benito Muros pode ser uma "idéia" inicial, um ponto de partida na cabeça de todos nós.


Lembrando sempre:

Os resíduos sólidos e os 3 Rs da sustentabilidade com desenvolvimento.Reduzir, Reaproveitar e Reciclar.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Produção, consumo e sustentabilidade

Para você, assim como eu, simples usuário de celular, impressora, internet, word, excel ou algum aplicativo gráfico, algumas questões:

1. O que mudou no Windows desde o XP até o Seven? Além de mudanças visuais, estéticas, espaço e/ou memória ocupados, preço e nome, qual a mudança prática sentida, algo que facilitou muito sua vida? Pense bem, afinal foram 8 anos entre um e outro...




2. O que mudou nos últimos iPhones, tirando o tamanho, a resolução das câmeras, a capacidade de armazenamento ou a aparência? As mudanças fizeram com que as novas versões fossem absolutamente necessárias à sua vida?



3. Se você, assim como eu, utiliza-se de uma impressora jato de tinta, por exemplo, para imprimir trabalhos de escola ou faculdade, currículos, algumas fotos ou imagens, boletos bancários ou contas de água, sente-se atraído em comprar um modelo de "última geração", só porque tem uma resolução um pouco melhor, é wireless ou seus amigos possuem uma mais avançada?



4. Sabiam que os produtos eletroeletrônicos têm um determinado tempo de vida, independente da forma que os utiliza ou dos cuidados que se toma?

OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA: TEMPO CERTO PARA MORRER

Roberta Nunes
Por que os produtos eletrônicos quebram facilmente? Por que trocamos tanto de celular e existem várias versões deles?  Se parar de funcionar o que compensa mais, consertar ou comprar outro?
De um lado, a tecnologia vai se inovando e produzindo  produtos melhores, do outro os produtos vão sendo ultrapassados rapidamente trazendo consequências para o meio ambiente.  Contrariando as ações sustentáveis, estratégias de marketing e de incentivo ao consumo são propagadas, cada vez mais. O conceito de obsolescência programada, que é a prática intencional da indústria de diminuir a durabilidade dos produtos, une-se a outras iniciativas que fomentam as compras. Em países desenvolvidos, a vida útil dos eletroeletrônicos já caiu de seis para apenas dois anos, entre 1997 e 2005.



A grande oferta de produtos e a concorrência fazem com que se torne mais fácil e barato adquirir algo atual, mas será que o barato sai caro?  Todo o gasto, por exemplo, para a produção de um novo celular, inclui, entre outros fatores, a extração das matérias primas, o contexto social do local e dos trabalhadores envolvidos no processo, além do  impacto ambiental após a vida útil do celular. Uma hora ou outra os custos, seja dos recursos naturais, humanos ou materiais, vão pesar.

Vejam esta reportagem na íntegra em http://cientificojornalismo.wordpress.com/2013/03/01/a-obsolescencia-programada-de-cada-dia/ e o documetário "Obsolescência Programada" legendado com quase uma hora em


Pois é: sabem do que vivem os Bill Gates, os Steve Jobs ou os William Hewlett, só para citar alguns megaempresários conhecidos? CONSUMISMO.

O consumismo é um dos principais culpados pelo aumento da desigualdade social, uma vez que exclui aqueles sem condições de consumir e inclui aqueles que podem consumir desenfreadamente.
É responsável pela exorbitante quantidade de recursos naturais utilizados para realizar instrumentos de desejos desnecessários, ilusórios ou como credencial para estar no mesmo nível de pessoas do convívio.
Como também é responsável por 26 mil toneladas de resíduos por dia somente no estado de São Paulo (CETESB, 2013). Alguém aí acha que nossas cidades tão conurbadas (grudadas umas às outras) querem ceder 5200 metros cúbicos de terreno por dia (já compactado) para disposição desse lixo todo ??? E quais as consequências de tanto lixo acondicionado no mesmo local, sabendo que a maioria das prefeituras brasileiras ainda não extinguiram os lixões?

Os empresários e a mídia conhecem profundamente o psicológico do desejo humano e sabem que este não quer apenas o necessário... Se tiver condições, quer o supérfluo, mesmo que este custe um bom preço, que custe também cada vez mais recursos naturais e mesmo que seja fabricado por mão-de-obra em semiescravidão.

A mudança dos padrões de produção e consumo é uma questão abrangente e polêmica, que envolve as mais diversas áreas do conhecimento humano. Mas as informações estão aí, são públicas; não é possível mais alegar desconhecimento. Então cabe a cada um de nós sair de nossa zona de conforto e lutar contra esse engôdo chamado CONSUMISMO.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Transporte público de qualidade também é sustentabilidade

Um exemplo de desenvolvimento sustentável seria os governos estadual e municipal investirem na melhoria dos transportes públicos coletivos, incentivando os cidadãos a utilizá-los e desestimulando o transporte individual. 

Por que não o fazem? Por que essa é uma área tão atrasada? Será que há algum lobby por parte das indústrias e revendedoras automobilísticas? Ou quem sabe há o medo, por parte dos governantes de uma "debandada" de nosso estado e cidades por parte dos empresários, caso as vendas de veículos caiam drasticamente? 

E você, cidadão paulista e paulistano, ou de outras megalópole e metrópoles brasileiras, que vai trabalhar solitariamente em seu carro: Se o transporte coletivo fosse eficiente e de qualidade, deixarias seu carro na garagem?

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Recorde - Reciclagem de PET's à todo vapor

O uso de embalagens PET no Brasil começou em 1990, quando foram consumidas 7 mil toneladas, quase 50 gramas por pessoa no ano.
Em 1998, esse número subiu para 249 mil toneladas ou 1,5 quilo por pessoa. Hoje já consumimos por volta de 560 mil toneladas (quase 3 quilos/pessoa/ano), isto é, um aumento maior que 100% no consumo em apenas 15 anos, enquanto que a população cresceu 22% no mesmo período.
Para facilitar a visualização, uma garrafa PET pesa aproximadamente 50 gramas, portanto são cinco garrafas de 2 litros por mês para cada habitante, porém aqui contando com bebês, crianças, doentes internados, desempregados, políticos (ops), etc.

Vamos comemorar o recorde, porém vale lembrar que o consumismo está vencendo...

http://ciclovivo.com.br/noticia/brasil-recicla-mais-garrafas-pet-do-que-os-eua-e-a-europa