quinta-feira, 5 de junho de 2014

Aquecimento Global: Uma lenda moderna?

Uma História pouco contada...


  • Em 1947, o Reino Unido decide deixar o controle do Estado da Palestina e promove uma assembléia geral da então recém criada ONU, para decidir se divide ou não aquele território entre árabes, que eram os então habitantes, e judeus, vindos de todas as partes do mundo. Com um voto de minerva (desempate) dado pelo então secretário-geral das Nações Unidas, o brasileiro Oswaldo Aranha, decidiu-se pela partilha do território entre os dois povos. O Estado de Israel foi fundado e reconhecido oficialmente em 1948, porém, até os dias de hoje, o Estado Árabe nunca foi reconhecido, tendo ainda seu território invadido pelo exército judeu, sempre bem municiado pelo ocidente, reduzindo-o ainda mais. Os refugiados árabes vagaram pelos desertos e espalharam-se pelos países vizinhos. Desde então nunca mais houve paz na região.

  • Hoje todos sabemos que Osama Bin Laden e seu bando Talibã foram treinados e armados secretamente pela CIA, para que pudessem ajudar o Afeganistão na luta contra a invasão soviética em 1978. Haviam dois motivos para isso: evitar a ascensão comunista em plena guerra fria e "dar o troco na mesma moeda" pelo apoio indireto de treinamentos e armas que a União Soviética concedeu ao Vietnã do Norte contra os EUA, na Guerra do Vietnã, de onde os americanos saíram derrotados em 1976. Os soviéticos retiraram-se do Afeganistão em 1989. Anos mais tarde, Osama e seu Talibã ataca os EUA e derruba o maior símbolo do capitalismo americano, o World Trade Center, e tenta derrubar, sem sucesso, o maior símbolo militar americano, o Pentágono. Sabíamos até então que o atentado de Bin Laden tinha um motivo: a cruzada árabe contra o ocidente. Porém soubemos algum tempo depois que, por trás da investida religiosa, havia uma dívida bilionária não paga pelos americanos, mais especificamente, por W. Bush. Osama Bin Laden foi capturado e morto em 2011, durante uma operação secreta das forças especiais americanas, sem o conhecimento prévio do governo do Paquistão, país onde escondia-se o terrorista.



  • Em 1978, quando estavam cortadas as relações entre os EUA, do presidente Jimmy Carter, e o Irã, do Aiatolá Khomeini, o Iraque atacou o Irã injustificadamente reivindicando o domínio total de um canal estabelecido em suas fronteiras, cujo uso para escoamento de mercadorias era de ambos. Soubemos algum tempo depois que os EUA forneceram aramamentos e serviços de inteligência ao Iraque, cujo presidente era Saddam Hussein, durante esta guerra. Anos mais tarde, o então presidente americano Ronald Reagan chegou a enviar um recado ao seu Secretário de Defesa Frank Carlucci dizendo que "uma vitória iraniana é inaceitável". Este aviso seria um ultimato do presidente ao obter informações da CIA de que o Irã preparava uma grande ofensiva "surpresa". Todas as movimentações iranianas, acompanhadas por satélite, foram informadas à Saddam Hussein, que conseguiu conter a investida. A guerra terminou em 1988. Poucos anos mais tarde, em 1990, aproveitando sua parceria com o ocidente, o Iraque invade o Kuwait encerrando um acordo de reconhecimento feito em 1961 entre ambos os países. Apesar de a ONU não possuir base legal sobre acordos feitos fora de seu âmbito (que seria o caso), autoriza as forças de coalizão a invadir o Iraque. Posteriormente, com o recuo de Saddam, a organização exigiu o desarmamento do país, assim como instaurou um embargo total negando inclusive alimentos e até mesmo cloro, tentando com isso fomentar a ira da população contra o ditador, insuflando-a e levando-a a retirá-lo do poder. Mas o que se viu foi um índice gigantesco de mortes por desnutrição, fazendo com que o povo martirizado encontrasse outros culpados: ocidentais, encabeçados pelos americanos, e seus aliados, tais como Israel e Arábia Saudita. Sob as insurgências terroristas Nasce então o genocida Saddam Husseim, um sunita em terra de maioria xiita, provocando barbáries e uma espécie de limpeza étnica. Sua desumanidade somente foi interrompida quando os EUA, na pessoa do senhor George W. Bush, na busca infrutífera por Osama, decidiu atacar o Iraque sob alegação de que este possuía armas químicas. Sem encontrar armas químicas, Saddam, o ex-aliado, foi preso e enforcado sob acusação de tortura, genocídio, entre outras coisas, com base no "senso de justiça americana", sem nenhum apoio da ONU ou dos demais países-membros. O Iraque, um país soberano, foi invadido sob suposições, e seu líder, autoritário ou não, foi deposto, sentenciado à morte e enforcado.


  • A descoberta do primeiro poço de petróleo no mundo foi na Pensilvânia (EUA), em 1859. Com isto, americanos e ingleses decidiram modificar suas matrizes energéticas, migrando do carvão para o óleo combustível, e posteriormente para a gasolina. Mas no início do século XX foram descobertos os primeiros lençóis de petróleo no Oriente Médio, no Irã em 1908. Os países árabes tornaram-se em pouco tempo os maiores produtores de petróleo do mundo e, desde então, houveram CINCO grandes crises geradas por estes países grandes produtores, todas elas causando catastróficos transtornos pelo mundo, atingindo inclusive os EUA, promovendo o desabastecimento mundial e meteórica elevação no preço dos barris de petróleo. O petróleo gerou riquezas ao mundo árabe, propiciando o desenvolvimento destes países, principalmente bélico, os quais invariavelmente entravam em sérios conflitos armados, tornando a região um local instável e perigoso. O Estado de Israel, cuja identificação dos novos habitantes era, além da religião judaica, serem em sua grande maioria OCIDENTAIS, aumentou ainda mais a distância entre árabes e anglo-saxões, pois aqueles viam a criação de Israel como uma forma destes possuírem um "posto avançado, um observatório ou uma base avançada" em uma região estratégica, com relação à União Soviética, China e os próprios países árabes, e extremamente rica em petróleo.


O ataque ao World Trade Center em 2001 expôs ao mundo várias obscuridades: a fragilidade da segurança do país mais potente do mundo (no sentido bélico); os acordos existentes entre Osama Bin Laden e o então presidente George W. Bush; e a parcialidade da ONU.

ONU - Organização das Nações Unidas... Ou seria OIU - Organização dos Interesses Unidos?


Não se pode negar a existência de ajuda humanitária concedida pela ONU por meio de seus organismos interligados, como a UNESCO, e de seus voluntários espalhados pelo mundo todo. Porém, isto não pode ser usado para depor à seu favor quando a colocamos diante do verdadeiro propósito de todas estas intervenções militares por ela apoiadas ou, por suas omissões, como no caso da segunda invasão ao Iraque, culminando na prisão e execução de Saddam Hussein. O presidente George W. Bush também cometeu crimes contra a humanidade ao autorizar a invasão ilegal, sem autorização do Conselho-Geral, um país-membro, e matar soldados e civis durante tal incursão. Porém não foi sequer intimado a prestar esclarecimentos.
Mas toda esta minha dissertação histórica tem apenas um objetivo: questionar a veracidade dos estudos e modelos desenvolvidos pelo IPCC - Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, criado em 1988 pela ONU, e seus verdadeiros objetivos. Vejamos:

- A criação do mercado de carbono, que é uma saída para os grandes continuarem poluindo mas pagarem por sua poluição enquanto que os países em desenvolvimento atrasam seu desenvolvimento adotando matrizes energéticas limpas, que não emitem dióxido de carbono mas cujo poder energético é inferior, para poder vender estas "economias de carbono não emitidos" àqueles que podem comprá-las. Os grandes poluem mas desenvolvem-se e os menores despoluem mas ficam estagnados, comprando tecnologia dos grandes. Se o risco de um aquecimento global é real e iminente, como nos darmos ao luxo de abrirmos exceções?

- As campanhas para adoção de energia limpa visando a redução do uso dos combustíveis derivados de petróleo, inclusive com países como os EUA investindo em etanol. Seria uma tática para o enfraquecimento dos países grandes produtores de petróleo?

- O desenvolvimento e a produção em larga escala de itens que não agridam a natureza ou não emitam CO2 poderia ser alcançada por um país cuja parte da população ainda passa fome? Quem lucra com a venda de produtos "ecoeficientes" ou "ambientalmente corretos", uma vez que o preço destes, com relação aos similares comuns, chegam a custar o triplo?

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL

O consumismo desenfreado e a deficiência do saneamento básico e ambiental, alavancados pela busca frenética por dinheiro, poder e status social, podem levar sim ao fim das reservas de recursos naturais. Isto é um fato incontestável, e é com base neste fato que as pessoas devem ser educadas e direcionadas, e não em uma estória digna de Walt Disney, onde dados são manipulados, ajeitados e encaixados em um modelo ambiental nascido para ser direcionado a um objetivo, o qual ainda é subjetivo, mas imoral.


De acordo com vários pesquisadores contrários à teoria do aquecimento global, e seguindo um raciocínio lógico, se o planeta de fato estivesse aquecendo e as geleiras derretendo, alguns centímetros a mais nos oceanos não faria tanta diferença assim nos litorais, ao ponto de submergirem cidades inteiras e outras catástrofes.

Pessoal, vamos parar e pensar!

Sem precisar aprofundar-nos em ciclos milenares que envolvem a história do planeta ou na inexistência de uma estufa tão perfeita como esta alegada sobre o dióxido de carbono, uma vez que isto tudo foi absolutamente desconsiderados convenientemente nos estudos do IPCC, vamos analisar coisas muito mais simples:

- Como poderiam cientistas afirmarem que os oceanos subirão EM MÉDIA de 28 a 82 cm??? Não há médias quando falamos de águas que se comunicam. Portanto, se subir 82 cm no Oceano Atlântico, vai subir também 82 cm no Oceano Pacífico, no Índico, etc... E que raio de espaço estatístico é esse tão extenso e subjetivo? De qualquer forma, subir 82 cm não fará com que o mar chegue nem próximo do calçadão de Copacabana, no Rio de Janeiro, ou da Avenida Castelo Branco, na Praia Grande.

- Afirmar que a temperatura MÉDIA da Terra irá subir 5 °C até o longínquo ano 2100, sendo os ciclos da natureza tão voláteis e ainda tão mal estudados ou conhecidos??? Sem contar que 5 °C de aumento na temperatura média mundial pode significar que, por exemplo, as temperaturas médias caiam 2,5 °C no verão e subam 2,5 °C no inverno. Cá entre nós, isto seria suficiente para derreter geleiras de quilômetros de espessura e congeladas há milhares de anos??

Novamente afirmo: precisamos conservar nossos recurso para que não faltem. Poluir as águas e não tratá-las fará com que a água potável deixe de existir. Este pensamento pode se estender para os animais, aos vegetais, enfim, a todos os recursos naturais que necessitamos para sobreviver e que necessitarão as gerações que ainda estão por vir.


Alguns links que utilizei para pesquisa:

http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2013/10/1351510-luiz-carlos-baldicero-molion-nao-e-o-fim-do-mundo.shtml

http://www.urutagua.uem.br/015/15traumann.htm

http://veja.abril.com.br/historia/israel/especial-refugiados-arabes-palestina.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u101525.shtml

http://www.charlespennaforte.pro.br/saddamhussein.html

http://www.cartamaior.com.br/?/Editoria/Internacional/A-morte-de-Bin-Laden-e-o-triunfo-do-%27Comandante-Obama%27%0D%0A/6/16853

http://neccint.wordpress.com/2013/03/19/invasao-do-iraque-pelos-eua-completa-10-anos-de-impunidade/

http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2013/09/27/temperatura-do-mundo-pode-subir-ate-48c-no-seculo-21-estima-ipcc.htm

http://www.ipcc.ch/home_languages_main_spanish.shtml

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Mudanças climáticas: Catástrofe ou Oportunismo?

EFEITO ESTUFA


Para falar sobre o aquecimento global é necessário antes uma pequena introdução sobre o efeito estufa.

O efeito estufa é um fenômeno natural de manutenção da temperatura do planeta em níveis que permitam a sobrevivência de todos os seres vivos. Sem ele, a temperatura da Terra seria de 18 ºC negativos.

Dois bons exemplos para entender o efeito estufa sem precisarmos entrar em detalhes teóricos:

- As estufas para plantas são utilizadas para mantê-las climatizadas em quaisquer estações do ano. Sua estrutura em vidro permite a entrada da radiação solar, mas não permite que esta radiação, agora transformada em calor, retorne ao espaço, proporcionando a temperatura ideal aos vegetais;

- Quando estacionamos um veículo exposto à luz solar com todos os vidros fechados, permitimos a entrada de radiação mas impedimos sua saída, em forma de calor, para o ambiente. Não é raro ocorrer a fratura e quebra dos vidros por conta do aumento da temperatura do ar interno e sua consequente expansão.

Na atmosfera, uma camada de gases é responsável por um efeito similar a estes exemplos. O metano (CH4), o dióxido de carbono (CO2), o dióxido de nitrogênio (NO2) e o hidrofluorcarbono (HFC), entre outros, compõem essa camada e são os chamados “gases de efeito estufa” (GEE).

AQUECIMENTO GLOBAL


À grosso modo, para que este sistema mantenha seu funcionamento normal, existe o equilíbrio perfeito entre: 1) o balanço de energia incidente e a energia refletida; 2) a absorção de CO2 e liberação de O2 (oxigênio) pelo processo vegetal da fotossíntese.
Porém, de acordo com modelos criados pelos cientistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas - IPCC, as ações antrópicas emitindo cada vez mais GEE têm modificado este sistema: O CO2, na queima de combustíveis fósseis; o CH4 proveniente dos lixões e aterros sanitários; o HFC, que substituiu o CFC para não agredir a camada de ozônio mas que, segundo os cientistas, potencializa o efeito estufa, entre outras atividades. Segundo aquele instituto, estas ações têm provocado a elevação gradativa das temperaturas do planeta. Este é o famoso AQUECIMENTO GLOBAL.

Porém, outros especialistas são contrários a estas teorias, alegando basicamente que:

- a temperatura do planeta não estaria aumentando, mas sim oscilando. Tal oscilação seria perfeitamente normal, uma vez que é cíclica;

- os modelos utilizados nas pesquisas do IPCC são construídos de forma errônea, manipulando os resultados de forma a corroborar suas teorias;

- vários pesquisadores do mundo todo estariam conduzindo tais estudos, seja por iniciativa própria, seja por influência política, visando obter fundos e/ou verbas sob a “bandeira do aquecimento global”, pois o acesso financeiro é facilitado mas, na verdade, direcionam uma parte destes recursos aos seus reais propósitos, pesquisas que realmente lhes interessam;

- o interesse real seria desacelerar o crescimento dos países em desenvolvimento, mantendo-os sob a dependência tecnológica e econômica dos países desenvolvidos. A oficialização dos Créditos de Carbono na assinatura do Protocolo de Kyoto, no qual os países do norte compromissaram a redução de suas emissões de GEE, é um exemplo disto.

CRÉDITOS DE CARBONO


Os créditos de carbono são concedidos às empresas e/ou países, signatários do acordo, que reduzirem a emissão de GEE. A proporção é de uma tonelada de CO2 = 1 crédito.
Tais créditos têm valor econômico e podem ser negociados entre os signatários. Por exemplo:

- A Essencis é uma empresa paulista cuja uma das principais atividades é o acondicionamento, tratamento e disposição final de resíduos sólidos domésticos em um aterro sanitário. A decomposição desses rejeitos gera uma grande quantidade de CH4, o qual é 20 vezes mais nocivo do que o CO2. Por meio de drenos, a empresa faz a captação do CH4, direciona-o a um flare onde ele é queimado, transformando-o em CO2, reduzindo assim o impacto ambiental com a emissão do CH4 no ambiente. Esta redução gera créditos de carbono, os quais são atualmente negociados (vendidos) a uma empresa alemã que os utilizará para atingir suas metas de emissão.
Em outras palavras, as empresas com mega recursos financeiros têm autonomia para produzir e desenvolver-se a si e a seus países de origem POLUINDO, uma vez que podem “comprar” suas parcelas de redução sem com isso desacelerar seu crescimento, enquanto empresas de países em desenvolvimento veem neste comércio uma fonte de recursos financeiros, sem perceber que ao utilizar-se deste artifício desaceleram suas produções em busca de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo, mais ambientalmente eficientes porém menos energeticamente eficientes.

Cabe a cada um de nós, caso queiramos adotar uma posição justa e correta, aprofundarmo-nos no assunto, pesquisando com discernimento, lisura e consciência, sem falsas paixões e livres de quaisquer influências.


Alguns links:









sexta-feira, 7 de março de 2014

A defasagem do sistema metroviário de São Paulo

O transporte sobre trilhos é um dos maiores exemplos de sustentabilidade do setor logístico, pois utiliza energia limpa e renovável. Mas os governantes brasileiros, historicamente, têm uma tendência a investir em malhas rodoviárias, favorecendo o uso de veículos movidos a combustíveis fósseis muito mais caros, não renováveis e altamente poluidores.

Uma matéria publicada hoje no jornal "O Estado de São Paulo" com o título Metrô de São Paulo tem cada vez menos assentos chamou minha atenção, principalmente por ser paulistano e usuário deste transporte:

Matéria: Metrô de São Paulo tem cada vez menos assentos

Quem usa o metrô paulistano diariamente, como eu, já deve ter percebido uma redução de assentos, tanto nas composições velhas quanto nas novas.
Mas o que parece acontecer é que, ao meu ver, isto se trata de uma artimanha do governo estadual para acabar com as grandes aglomerações nas plataformas. Assim, mais pessoas são transportadas pelos mesmos trens, mas em situação absolutamente desconfortável e deplorável. Tudo isso para tentar ludibriar a população e fugir de melhorar a infraestrutura de transporte urbano.
A redução de assentos é boa? Sim, com certeza, ajuda a caber mais pessoas no vagão. O que não podemos é aceitar, ficar concordando com a redução de assentos pois em breve todas as composições só terão assentos reservados, ao mesmo tempo em que os problemas no transporte público ficam para o próximo gestor do estado, postergando a solução.

Resolvi então verificar, de forma um tanto informal mas baseado em dados oficiais, como vem se desenvolvendo o Metropolitano de São Paulo.

O Metrô paulistano iniciou suas atividades em setembro de 1974 com 6,5 quilômetros de linhas.
Hoje, após 40 anos e 9 governadores, por falta de investimentos em sua malha ferroviária, seu atendimento é precário e insuficiente para uma população de quase 11,5 milhões de habitantes.

São Paulo foi governado nos últimos 20 anos pelo PSDB, o qual construiu apenas 30,4 quilômetros de trilhos, isto é, um aumento de aproximadamente apenas 70% com relação à malha encontrada quando subiu ao poder. Pode parecer bastante, mas há um agravante: em 1994, o sistema metroviário já estava muito defasado, como pode-se verificar nesta reportagem da Folha de São Paulo de 13/09/1994:

Matéria: Metrô de SP completa 20 anos em crise financeira

Por outro lado, o número de usuários aumentou mais de 90% no mesmo período:








O caos do trânsito, que sempre aterrorizou os paulistanos que se utilizam de coletivos ou de condução própria, pode ter feito com que uma parte destes migrassem para o uso de metrô, além do próprio crescimento da população (16%) e do aumento de pessoas no mercado de trabalho.
Mas o fato é que os governantes passam por aqui, eximem-se do problema ao promoverem pouco avanço na área e mesclando esta quase inércia a iniciativas paliativas, terminando seus mandatos sem responsabilizarem-se ou sem serem responsabilizados pela falta de investimentos no setor.

Bibliografia:

Secretaria de Transportes Metropolitanos: http://www.stm.sp.gov.br/index.php/quem-somos-27/metro
Acesso em 07/03/2014.

Folha de São Paulo On Line: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/9/13/cotidiano/17.html
Acesso em 07/03/2014.

Biblioteca Virtual: http://www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/saopaulo-governadores.php
Acesso em 07/03/2014.

Fundação SEADE - Informações dos Municípios Paulistas – IMP/2013: http://www.seade.gov.br/index.php?option=com_jce&Itemid=39&tema=5
Acesso em 07/03/2014.

Fundação SEADE - Anuário Estatístico do Estado de São Paulo - População, por Sexo, segundo Grupos de Idade - Município de São Paulo - 1994: http://www.seade.gov.br/produtos/anuario/index.php?anos=1994&tip=ment&opt=temas&cap=2&tema=dem#1
Acesso em 07/03/2014.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Onda de calor: O Meio Ambiente Novamente Protagonista

Sempre desconfiei dos dados veiculados pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), e ainda desconfio. A maioria dos cientistas deste instituto são oriundos de países desenvolvidos, os quais já não produzem tanto quanto há 20 ou 30 anos atrás, pois quem produz seus bens de consumo são os países pobres ou em desenvolvimento. O G-8 (grupo dos oito países mais ricos e influentes do mundo) vive atualmente de especulação financeira. As questões ambientais estão na crista da onda; existem rumores de que a maioria esmagadora dos cientistas que dependem de verbas públicas tornam-se adeptos à doutrina do aquecimento global para justamente angariar recursos sob esta linha e, veladamente, "tocam" suas verdadeiras pesquisas as quais, por não ter tanto impacto comercial, não seriam subvencionadas.

LINK: Para o IPCC, é necessário agir antes de 2030 para limitar o aquecimento global a 2ºC

Muitas pessoas podem dizer: "Quanta arrogância! Um zé-ninguém colocar em dúvida a pesquisa científica de cientistas renomados...".

São Paulo vive, neste começo de 2014, uma onda histórica de calor em uma sequência poucas vezes ocorridas desde o início das medições oficiais no Brasil. A última onda destas proporções ocorreu em janeiro de 1999 mas ainda foi um pouco inferior a esta, portanto houve um precedente inferior ao atual.

Diante de eventos como este da onda de calor, a atitude mais sábia é estar aberto a outras opiniões, afinal nunca haverá verdades absolutas, principalmente quando o tema é a Natureza, onde a previsibilidade existe mas com margens de erro seculares. Mas do alto de toda essa minha ignorância, algumas constatações podem tentar explicar este fenômeno.

AQUECIMENTO LOCAL E ILHAS DE CALOR


Por exemplo, a região da Grande São Paulo, incluindo a Capital, é uma área absolutamente impermeabilizada onde a recarga de seus lençóis freáticos não são mais feitas como há 60 ou 70 anos atrás. Assim, toda a água das chuvas que cai escoa superficialmente TOTALMENTE POLUÍDA por graxas, óleos, resíduos diversos que as pessoas descartam nas ruas, etc., desaguando nos rios mais próximos e afastando a recarga natural para outras regiões.

Outro fato: São raras as árvores, gramados ou até mesmo sem o solo natural que possam reter ou conter alguma umidade e liberar, por evapotranspiração, umidade para nossa atmosfera. Em contrapartida, o asfalto e o concreto acumulam todo o calor diário e o devolve à atmosfera. Para ficar ainda pior o quadro, esta mesma atmosfera transformou-se em um grande escudo constituído de gases acumulados originados de escapamentos dos veículos e da chaminé de algumas fábricas, devolvendo o calor às cidades ao invés de permitir a sua diluição pela estratosfera, criando então o chamado "efeito estufa" e as chamadas "ilhas de calor".
A teoria do aquecimento global manifestada pelo IPCC e por seus cientistas adeptos teria este mesmo princípio, porém em escala planetária. Este fenômeno chamado de "Aquecimento Local" pode ser o grande responsável por estas temperaturas acima da média histórica.

Toda esta alteração dos ciclos naturais, principalmente do Ciclo Hidrológico, fazem com que as características desta região também se modifiquem e tornem-se ainda mais imprevisíveis.

Mas, o que está voltando à cena?


A falta de áreas verdes, a poluição de TODOS os rios urbanos das grandes capitais brasileiras, o excesso de lixo aliado à falta de locais adequados para seu acondicionamento e tratamento, o uso desenfreado de recursos naturais sendo guiado pela ganância e pelo consumismo exacerbado e desnecessário e a impermeabilização das cidades são algumas das atividades cuja população deve ter consciência antes que ela própria tenha que adaptar-se quase que instantaneamente às adequações da própria natureza ao mundo à toda esta degradação que vem sofrendo. Isto pode significar a morte para os menos privilegiados.

DESEQUILÍBRIO DO ECOSSISTEMA


Muito se fala sobre a caça ou a pesca inescrupulosa de animais e sobre extinção de uma espécie, mas pouco se explica qual o verdadeiro risco de toda essa predação.

Todas as espécies de um determinado ecossistema participam de uma determinada cadeia alimentar. Vejam este exemplo em matéria da revista Superinteressante (abril/1998):


  • O plâncton animal se alimenta do plâncton vegetal, a fonte primária de energia no oceano.
  • Um camarão come diariamente milhares de diatomáceas, as espécies mais comuns de fitoplâncton;
  • O cardápio diário de um arenque se compõe de meio quilo de camarões e outros bichos pequenos que formam o plâncton animal;
  • O bacalhau, para não terminar o dia com fome, precisa engolir três ou quatro arenques ou o equivalente em outros peixes;
  • O tubarão branco, a fera mais temida dos oceanos, precisa comer no mínimo o equivalente a dois bacalhaus por dia;
Perceberam que há uma cadeia alimentar?

Agora imagine, por exemplo, se o camarão for extinto. Qual espécie acima seria o predador natural das diatomáceas (plânctons)? Nenhuma... Sem predador, haveria portanto um desequilíbrio e esta espécie cresceria exponencialmente, ao passo que o arenque morreria de fome ou teria que rever seu cardápio, adaptar-se, o que poderia não ocorrer em tempo hábil e entrar em extinção. Entrando em extinção, o arenque deixa de ser o prato principal do bacalhau, que mudará seus hábitos alimentares e irá atacar alguma outra pequena espécie, concorrendo com um outro provável predador, aumentando o consumo da espécie escolhida, o que poderá levar a existência desta última ao colapso e entrar em extinção levando consigo o bacalhau e os outros predadores naturais que porventura existam. Havendo escassez de bacalhau, o tubarão muda de dieta, etc. e etc.

Esta corrente existe entre todas as formas de vida do planeta. Sempre existiu. A quebra de apenas um elo pode desencadear um efeito colateral devastador, tanto para as espécies silvestres e selvagens, vegetais, animais ou celulares, quanto para o homem.

Algumas sugestões de vídeos e filmes:


O Grande Milagre (Trailer)

Wall-E (Trailer)

A História das Coisas (Vídeo completo dublado)

Ouro Azul - As Guerras Mundiais pela Água (Vídeo completo legendado)

A Era da Estupidez (Vídeo completo dublado - habilitar a legenda)


Flow - Pelo Amor à Água (Vídeo completo legendado)


quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Rachel Carson - A primeira defensora do meio ambiente

Aqui vai um resumo sobre Rachel Carson e seu livro A Primavera Silenciosa (Silent Spring), um estudo estarrecedor que culminou mais tarde na proibição e no banimento do DDT.


Ao ser introduzido para uso no combate a pragas, o DDT — o mais poderoso pesticida que o mundo já conhecera — terminou por mostrar que a natureza é vulnerável à intervenção humana. A maior parte dos pesticidas é efetiva contra um ou outro tipo de insetos, mas o DDT era capaz de destruir de imediato centenas de espécies diferentes de insetos. O DDT, cujo inventor recebeu o Prêmio Nobel, tornou-se conhecido durante a II Guerra Mundial, quando foi usado pelas tropas americanas contra insetos causadores da malária. Ao mesmo tempo, na Europa, começou a ser usado sob a forma de pó, eficiente contra pulgas e outros pequenos insetos.



No livro Silent Spring (A Primavera Silenciosa), lançado em 1962, Rachel Carson mostrou como o DDT penetrava na cadeia alimentar e acumulava-se nos tecidos gordurosos dos animais, inclusive do homem (chegou a ser detectada a presença de DDT até no leite humano!), com o risco de causar câncer e dano genético.



A grande polêmica movida pelo instigante e provocativo livro é que não só ele expunha os perigos do DDT, mas questionava de forma eloqüente a confiança cega da humanidade no progresso tecnológico. Dessa forma, o livro ajudou a abrir espaço para o movimento ambientalista que se seguiu. Juntamente com o biólogo René Dubos, Rachel Carson foi uma das pioneiras da conscientização de que os homens e os animais estão em interação constante com o meio em que vivem.

Quando o DDT se tornou disponível para uso também por civis, poucas pessoas desconfiavam do miraculoso produto, talvez apenas aquelas que eram ligadas a temas da natureza. Uma dessas pessoas foi o escritor E. W. Teale, que advertia: "Um spray que atua de forma tão indiscriminada como o DDT, pode perturbar a economia da natureza tanto quanto uma revolução perturba a economia social. Noventa por cento dos insetos são benéficos e, se são eliminados, as coisas em pouco tempo fogem do controle."
Outra dessas pessoas foi Rachel Carson, que propôs um artigo para o Reader's Digest falando sobre a série de testes que estavam sendo feitos com o DDT próximo a onde ela vivia, em Maryland. A idéia foi rejeitada.

Treze anos mais tarde, em 1958, a idéia de Rachel de escrever sobre os perigos do DDT, teve um novo alento, quando ela soube da grande mortandade de pássaros em Cape Cod, causada pelas pulverizações de DDT. Porém seu uso tinha aumentado tanto desde 1945, que Rachel não conseguiu convencer nenhuma revista a publicar sua opinião sobre os efeitos adversos do DDT. Ainda que Rachel já fosse uma pesquisadora e escritora reconhecida, sua visão do assunto soava como uma heresia.
Então, ela decidiu abordar o assunto em um livro.
A Primavera Silenciosa levou quatro anos para ser terminado. Além da penetração do DDT na cadeia alimentar, e de seu acúmulo nos tecidos dos animais e do homem, Rachel mostrou que uma única aplicação de DDT em uma lavoura matava insetos durante semanas e meses e, não só atingia as pragas, mas um número incontável de outras espécies, permanecendo tóxico no ambiente mesmo com sua diluição pela chuva.
Rachel concluía que o DDT e outros pesticidas prejudicavam irremediavelmente os pássaros e outros animais, e deixavam contaminado todo o suprimento mundial de alimentos. O mais contundente capítulo do livro, intitulado "uma fábula para o amanhã", descrevia uma cidade americana anônima na qual toda vida — desde os peixes, os pássaros, até as crianças — tinham sido silenciadas pelos efeitos insidiosos do DDT.
O livro causou alarme entre os leitores americanos. Como era de se esperar, provocou a indignação da indústria de pesticidas. Reações extremadas chegaram a questionar a integridade, e até a sanidade, de Rachel Carson.

Porém, além de ela estar cuidadosamente munida de evidências a seu favor, cientistas eminentes vieram em sua defesa e quando o Presidente John Kennedy ordenou ao comitê científico de seu governo que investigasse as questões levantadas pelo livro, os relatórios apresentados foram favoráveis ao livro e à autora. Como resultado, o governo passou a supervisionar o uso do DDT e este terminou sendo banido.
A visão sobre o uso de pesticidas foi ampliada e a conscientização do público e dos usuários começou a acontecer. Logo, já não se perguntava mais "será que os pesticidas podem ser realmente perigosos?", mas sim "quais pesticidas são perigosos?"

Então, em vez dos defensores da natureza terem de provar que os produtos eram prejudiciais, foram os fabricantes que passaram a ter a obrigação de provar que seus produtos são seguros.



A maior contribuição de A Primavera Silenciosa foi a conscientização pública de que a natureza é vulnerável à intervenção humana. Poucas pessoas até então se preocupavam com problemas de conservação, a maior parte pouco se importava se algumas ou muitas espécies estavam sendo extintas. Mas o alerta de Rachel Carson era assustador demais para ser ignorado: a contaminação de alimentos, os riscos de câncer, de alteração genética, a morte de espécies inteiras... Pela primeira vez, a necessidade de regulamentar a produção industrial de modo a proteger o meio ambiente se tornou aceita.

(Extraído de http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/agrotoxicos/agrotoxicos-primavera-silenciosa.php Acesso em 14.01.2014)

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Licenciamento Ambiental

História

Dos pontos de vista ambiental, econômico e social, o período entre o final da década de 1960 e o início da década de 1970 foi marcado pelo despertar dos países desenvolvidos com relação à qualidade de vida dos habitantes de todos os habitantes do planeta, pobres ou ricos, afetados pelas implicações globais que o consumo desenfreado de recursos naturais, aliado à poluição ocasionada pelo descontrole das emissões de gases e resíduos realizados indiscriminadamente na natureza.

Assim, nasceu em 1968 a expressão e o conceito de “desenvolvimento sustentado” na Biosphere Conference, em Paris, um modelo de desenvolvimento econômico que levava em consideração a disponibilidade dos recursos e as implicações que seu consumo desenfreado traria à longo prazo. Em 1969 os EUA lançam sua National Environmental Policy Act, a Lei da Política Ambiental Americana prevendo entre outras regras, a Avaliação de Impacto Ambiental (Environmental Impact Statement – EIS) para projetos, planos, etc. de intervenção no meio ambiente.

A onda de racionalização de recursos e minimização de impactos ambientais culminou com a Primeira Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente, em 1972, com vários debates formais sobre os temas, com a ordenação de estudos sobre a qualidade de vida e do planeta.
Esta onda ambientalista trazida pela primeira conferência não foi vista com bons olhos pelos líderes dos países em desenvolvimento, inclusive no Brasil, onde as questões ambientalistas estavam em segundo plano uma vez que, diante dos altos índices de pobreza, desnutrição e analfabetismo, frear a economia e o desenvolvimento econômico seria, sob a ótica conservadora destes governantes, uma sentença de eterna subserviência aos países do chamado “primeiro mundo”, os verdadeiros culpados pela desestabilização da Natureza.
Porém, a ONU, por meio de seus braços financeiros, incorpora mecanismos e parâmetros para a liberação de recursos à título de empréstimos que visem novos projetos. A avaliação de impactos ambientais é um deles.
No Brasil do final da década de 1970 e início de 1980, os empréstimos junto ao BIRD e ao BID eram cruciais à efetivação de projetos extremamente necessários, como as hidrelétricas de Sobradinho e de Tucuruí, entre outros. Mas para receber tais recursos, estudos de impacto foram realizados em conformidade com as exigências internacionais, uma vez que o país não possuía suas próprias normas.
Diante desta situação de submissão às normas estrangeiras, muitas vezes em dissonância com nossa biodiversidade e peculiaridades ambientais e com o agravante de estarmos sob uma ditadura militar extremamente nacionalista, passou-se a perseguir nossa própria regulação. Assim, em agosto de 1981 é editada a Lei 6.938, que criou a Política Nacional do Meio Ambiente - PNMA.

Licenciamento Ambiental

A PNMA, sob o objetivo principal de “preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar no País, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana [...]” (artigo 2º), veio conceituar temas como: meio ambiente, degradação da qualidade ambiental, poluição, poluidor etc. e previu nos incisos II e III de seu artigo 9º e em seu artigo 10º a necessidade de Avaliação de Impacto Ambiental e de Licenciamento Ambiental e sua revisão, para atividades efetiva ou potencialmente poluidoras.
A regulamentação desta lei, com as exigências básicas para fins de licenciamento ambiental, foi feita por meio do Decreto 99.274/1990. Isto significa que, por mais nove anos, o país permaneceu acompanhando as normatizações internacionais.

Outros sete anos se passaram até que os critérios básicos para os estudos de impacto ambiental e respectiva licença ambiental viessem a ser fixados, com o advento da Resolução CONAMA 237/97. As atividades ou empreendimentos sujeitos ao licenciamento ambiental foram então especificados. Para estas atividades, os pedidos de licença passam a ser obrigatoriamente divulgados e acompanhados de prévio estudo de impacto ambiental e de um relatório de impacto ambiental (EIA/RIMA), expostos à apreciação pública.
Com o advento da Resolução 237/97, estados e municípios tiveram um “norte” e passaram a estabelecer suas próprias regras, desde que não ocasionassem conflitos com as determinações federais.

POR QUE LICENCIAR?

Seria muito simples se respondêssemos: “Porque é obrigatório!” Aliás, a maioria esmagadora do empresariado tem nesta resposta a única razão que os impelem ao procedimento correto. Mas o verdadeiro motivo vai muito além da obrigação legal...

Possuir uma licença ambiental significa (ou deveria significar) que se está enquadrado dentro dos parâmetros legais exigidos, os quais têm como premissa não permitir: a degradação ambiental com a poluição dos solos, das águas e do ar; o uso indiscriminado dos recursos naturais e; expor ao risco o equilíbrio dos ecossistemas e de seus integrantes, incluindo-se aí o homem.

Portanto, possuir uma licença ambiental significa estar em harmonia com o meio ambiente, contribuindo para que esta e as demais gerações futuras possam dele usufruir.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013